Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV JOSÉ EDUARDO
A caminhonete preta de Gaspar avançava pela estrada como uma bala cuspida do cano de uma arma. O motor roncava fundo, cada mudança de marcha soava como um aviso: não havia retorno. Eu olhava para a tela do celular, o mapa iluminando meu rosto no breu da noite. “Faculdade de tecnologia, laboratório 204.” Repeti esse endereço mentalmente umas vinte vezes, como se decorar pudesse me dar vantagem contra o inimigo. Não era só um lugar. Era o primeiro fio solto






