O dia seguinte amanheceu com o cheiro fresco de terra molhada. A fazenda acordava devagar, e Eveline, já vestida com uma das novas peças que havia escolhido — um vestido floral leve, que desenhava suavemente sua cintura e deslizava solto sobre o quadril — caminhava em direção ao estábulo com um sorriso nos lábios. O cabelo solto, os olhos iluminados… ela parecia irradiar alegria.
Maria a encontrou no caminho, sorrindo.
— Bom dia, senhora Eveline. Está com um brilho especial hoje.
— É a felicida