O quarto da suíte nupcial agora era um templo privado. A brisa do mar entrava suavemente pelas cortinas esvoaçantes, misturando-se ao perfume das pétalas sobre a cama. O corpo de Eveline, ainda úmido da banheira, exalava calor e desejo. Marcus a olhava como se quisesse gravar cada detalhe daquela noite na memória — e, de fato, queria.
Ele se deitou sobre ela, com os cabelos ainda levemente molhados e o olhar aceso. Suas mãos deslizavam pela pele alva de Eveline, que estremecia sob cada carícia