Damiano Leone
A promessa ecoou em meus ossos, um mantra que batia em sincronia com o meu coração enquanto eu dirigia pelas ruas ainda adormecidas de Sorrento.
Volte para mim. Para nós.
O sabor do beijo de Fabrizia ainda estava em meus lábios, um doce contraponto à ferocidade gelada que se instalara em meu peito. A vingança não era mais um demônio descontrolado que eu alimentava; era uma ferramenta, uma obrigação sagrada e final. Eu a usaria com a precisão de um cirurgião cortando um câncer. E d