Marzio Sorrentino
Estendo a mão em sua direção e olho para meu cunhado Andreas, que está ao seu lado, tentando confortá-la.
— Vamos, Mia. Irei com você até o carro — diz ele, sustentando meu olhar.
Seguro o desejo de sacar minha arma e matar esse idiota aqui mesmo. Engulo a raiva porque sei que, se fizer isso, terei um problema terrível com minha esposa. Acho que não cairia bem matar meu cunhado no dia das minhas núpcias. Talvez transforme uma mulher já extremamente irritada em uma possível ass