Ciara Carroll
Carolina assumiu o volante como se fosse a coisa mais natural do mundo. Não esperou por motorista, tampouco aceitou que algum soldado viesse conosco nesse momento, mas sabíamos que eles nos seguiriam de perto se não quisessem encontrar a morte quando retornássemos. Hoje seria ela quem controlava a direção para onde estávamos indo. Com os olhos fixos na estrada de terra iluminada somente pelos faróis.
Antonella estava no banco de trás, os dedos entrelaçados e continuava murmurando