Já de volta ao Brasil, sentado no silêncio da cobertura, com o uísque derretendo entre os dedos e a noite morna lá fora, minha mente me traiu.
E eu voltei para ela.
Voltei para Isabella.
Para o seu corpo nu estendido na cama do bangalô como se o mundo inteiro fosse feito só de nós dois.
Fechei os olhos.
E tudo recomeçou.
O som do mar entrando pelas frestas da varanda. O cheiro dela — doce, floral, com um toque de sal. A pele branca refletindo a luz das velas. Ela estava deitada ali, olhando pa