Alana abriu os olhos devagar. Seu subconsciente esperava despertar em seu quarto no convento, mas, em vez disso, estava em um lugar que, no início, não reconheceu. Afastou a manta que a cobria e se sentou, ainda desnorteada. A cabeça doía. Levou alguns segundos até perceber onde estava: na casa de Samara.
— Bom dia, dorminhoca — ouviu a voz de Samara atrás dela.
— Oi — respondeu, segurando a cabeça, com a sensação de que ela ia se desprender do pescoço e sair rolando — bom dia.
Samara estava se