A luz da manhã filtrava-se timidamente pelas frestas da janela, acariciando o quarto de Sophia com uma doçura que ela não sentia por dentro. O despertador não havia tocado, mas ela já estava acordada. Na verdade, mal dormiu.
A noite passada ainda estava viva em sua pele. Nos olhos, nos seus pensamentos.
Ela passou as mãos pelo rosto, respirou fundo e tentou deixar tudo para trás. Precisava ser forte, pela irmã, pela mãe, por si mesma, mesmo que parte dela soubesse que já havia cruzado uma linha