Antonella estava sentada na varanda da mansão, com os pés descalços sobre o chão frio de mármore, aproveitando a brisa suave que agitava levemente os cachos loiros que caíam sobre seus ombros. A manhã estava bonita, ensolarada, mas carregava uma sensação estranha, como se o ar estivesse mais denso, mais carregado de segredos.
Isabella, sua mãe, estava ao seu lado, ocupando uma poltrona de veludo azul com sua habitual elegância. As mãos delicadas seguravam uma xícara de chá perfumado, o aroma de