Sophia saiu do clube de BDSM com o corpo inteiro estremecendo. Cada fibra sua ainda ecoava a voz firme e controladora de Giovanni, seus comandos inquestionáveis, o olhar cortante que parecia despir sua alma. As pernas tremiam e, mesmo assim, ela caminhou até o táxi que aguardava na frente do prédio.
— Pra onde, senhora? — perguntou o motorista.
— Minha casa… Não, espera. — Sophia hesitou, com os olhos desviando para o celular entre seus dedos. — Pode me levar para o endereço que vou te passar.