Mundo de ficçãoIniciar sessãoA brisa do fim da tarde entrava pela janela aberta, trazendo consigo o cheiro suave de mar e liberdade. A casa era simples, de madeira clara, com janelas grandes e cortinas brancas que dançavam ao vento. Nada de câmeras, nada de luzes artificiais, nada de roteiros pré-escritos. Era apenas o mundo real — e eles.
Laura se sentou na pequena varanda, uma xícara de chá nas mãos e os cabelos soltos, ainda molhados do banho. Ao fundo, ouvia Apollo cantando baixinho na cozinha, desafinado e






