Mundo ficciónIniciar sesiónEra madrugada. A cidade dormia sob um céu opaco, encoberto por nuvens pesadas e silêncio. Laura acordou com uma dor que rasgava diferente. Não era como as contrações de treinamento. Era fundo, pulsante, um chamado.
Sentou-se na cama, respirando devagar. Olhou o relógio: 03:12 da manhã. Sentiu outra contração — mais intensa, mais certeira.— Apollo... — chamou, com a voz trêmula.Ele acordou num pulo.— Tá tudo bem? Laura?— Acho que... chegou a hor






