Já fui chamada de estúpida, ignorante, louca, perdida, incompetente, cruel e ordinária — isso sem contar os inúmeros “apelidos carinhosos” que colecionei ao longo dos anos.
Mas nenhum me atingiu tanto quanto quando Maroto, anos atrás, disse que eu só servia para ser a sua puta.
Dói até hoje.
Por mais que eu tente negar, uma parte minha ainda quer voltar no tempo e corrigir meus erros.
Talvez ficar noiva do herdeiro de uma máfia e me deitar com um membro de outra não seja exatamente a maneira ce