Me mexo, ainda entre o torpor do sono e a consciência, e sinto os braços firmes ao redor da minha cintura. Um corpo quente, grande, colado ao meu. Pressionando. Envolvendo. Prendendo.
Tento me afastar.
Um puxão me arrasta de volta.
Sinto seu peito contra minhas costas, a pele nua contra a minha. Não há barreiras. Não há espaço.
Ele está nu. E eu… também.
Viro-me devagar me encaixando nele. Seu calor me envolve me mantendo viva, aquecida e de certa forma grata.
Uma lufada de ar quente roça