As águas do abismo engoliam tudo.
Profundas. Negras. Intocáveis.
Ali, onde nem a luz ousava existir, a base Nêmesis recolhia seus tentáculos, recuando como um organismo vivo ferido. Suas perdas… irreparáveis.
Não apenas em material, não apenas em códigos genéticos, mas em algo mais valioso: o controle.
Eles não dominavam mais o tabuleiro.
Pela primeira vez em eras, reconheceram. A engenharia biotecnológica da superfície, os avanços dos desertores, dos híbridos, dos renegados… superavam qua