Capítulo 116, só vejo a escuridão.
— VISÃO DE AMBER
Eu sempre odiei hospitais. O cheiro forte de desinfetante, as luzes frias demais, o silêncio que nunca era realmente silêncio — sempre interrompido por passos rápidos, carrinhos metálicos, pessoas correndo para salvar alguém. Mas naquele dia, o hospital não significava medo. Significava… esperança.
Alyce caminhava ao meu lado, segurando minha mão com força. Ela estava animada, apesar do corpo ainda tão frágil. Seus exames de rotina eram sempre cansativos, mas ela fazia tudo com