Capítulo 119

• LOURENZO •

​O contraste não podia ser mais violento.

​Há vinte e quatro horas, eu estava aninhado num sofá em Barcelona, a sentir a minha filha pontapear a barriga da mulher que eu amava. Agora, na manhã de terça-feira, eu estava sentado na cabeceira da imponente mesa de vidro da sala de reuniões principal da Villar Studio, no centro de Lisboa, a olhar para a mulher que me tinha roubado essa paz.

​A temperatura na sala estava propositadamente baixa. Eu mantinha a minha expressão
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