A entrada para os túneis das ruínas de areia parecia mais a garganta de um monstro do que uma passagem secreta. O ar que saía de lá era fresco, mas cheirava a séculos de isolamento e poeira acumulada. Killian desmontou, entregando as rédeas do seu lobo a um dos guardas, e acendeu uma tocha, as chamas negras dançando na ponta da madeira.
— Sério, Killian? Túneis? — Kael estava parado diante da abertura, olhando para o teto baixo com uma expressão de puro pânico. — Você sabe que eu não me dou