A luz da manhã infiltrava-se pelas frestas das cortinas de veludo, cortando a penumbra da suíte de Killian como lâminas douradas. Mariane despertou lentamente, a mente ainda envolva na névoa dos eventos da noite anterior. Seu corpo sentia um peso novo, uma languidez que vinha não apenas do cansaço físico, mas da sensação de ter sido, pela primeira vez, completamente desvendada. A pele de suas coxas ainda guardava o calor de Killian, e o aroma de sândalo parecia ter se tornado parte de seu próprio DNA. Ela se moveu entre os lençóis de seda negra, esperando encontrar o calor sólido de Killian ao seu lado. Em vez disso, encontrou o lado da cama vazio, embora ainda amassado e quente. Mariane sentou-se, puxando o lençol para cobrir os seios nus. No momento em que se levantou, uma pontada aguda de sensibilidade entre as pernas lembrou-a da intensidade da entrega. Ela caminhou até o banheiro, lavou o rosto e vestiu um roupão de cetim preto que pertencia a Killian — que ficava imenso nel
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