O sol já ameaçava cair do céu quando Anyellen voltou da brinquedoteca com as mãos sujas de tinta e o coração leve pelas risadas que ecoaram o dia inteiro. Mas a paz foi embora assim que viu a figura elegante parada à porta da sala da direção.
— Você deve ser a tal… Anyellen.
A voz era doce como licor, mas os olhos diziam outra coisa.
Nina usava um vestido bege que moldava o corpo como uma segunda pele e sorria com os lábios, mas não com o olhar. Tudo nela parecia treinado: a forma como cru