118. O Futuro
VALENTINA
Pela madrugada, quando voltei da ação de grampear a Sra. Thompson, eu devia ter ido logo a Lorenzo, entregar-lhe meu relatório. Certamente ele estava acordado, esperando.
Não fui, no entanto. Preferi me jogar na cama, mesmo sem banho, apesar de precisar de um.
No momento, eu odiava e amava Lorenzo, ao mesmo tempo. Não queria vê-lo.
No momento, meu corpo se encontrava exausto e minha mente num turbilhão de emoções. Se conversássemos, brigaríamos.
Eu sempre soube que ele só me enxergava