117. Longe o Bastante
LORENZO
Era uma manhã de quinta. Perguntei-me como Isadora acordou; ela não saía do quarto desde que viu Jonas. Ou melhor, desde que eu fingi que a entregaria a Jonas. Concluí que era o melhor assim, afinal seus olhos, sua presença, o amor que sinto por ela me faziam falhar no meu papel de Don.
Naquela reta final, ainda mais que antes, eu não podia falhar.
Ginevra me trouxe café e pão doce no meu escritório. Agradeci com um aceno e perguntei:
— Todos os demais empregados já se foram?
— Sim. Só