Os dias no hospital foram passando lentamente, Alessandro, estava sempre ao lado dela, com os olhos marcados pelo cansaço, mas não desgrudava por nada. As olheiras profundas denunciavam noites mal dormidas, e mesmo quando alguém da família insistia para que ele descansasse, Alessandro apenas balançava a cabeça, dizendo que seu lugar era ali, ao lado de Cristina.
Cristina, percebia a exaustão dele e, em meio ao carinho, começou a chamar sua atenção. — Você precisa descansar, Alessandro… não pode se acabar desse jeito por minha causa.
Ele sorriu de leve, pegando a mão dela. — Eu só respiro tranquilo quando te vejo bem. Se for pra descansar, quero que seja do seu lado.
O coração de Cristina se encheu de ternura. Ela sabia o quanto ele tinha sofrido durante todo aquele tempo e prometeu para si mesma que iria lutar com todas as forças, não apenas por ela, mas também por ele.
Naquele quarto, mesmo entre máquinas e cuidados médicos, o amor dos dois parecia se fortalecer ainda mais — um a