O caminho até o hospital era uma corrida contra o tempo, mas para Cristina, parecia que o tempo havia parado de se mover. Ela estava pálida, com a testa coberta de suor frio, e suas unhas apertavam a mão de Sofia a cada nova onda de dor.
Dentro da ambulância, os paramédicos trabalhavam com calma e precisão militar. O mais experiente, Pedro, monitorava os sinais vitais com atenção crescente.
“Sofia, preciso que me escute. As contrações estão muito próximas. A dilatação está progredindo rápi