Capítulo 41

O sábado amanheceu cinzento, como se Londres também não tivesse dormido.

Helena acordou no sofá, encolhida debaixo de uma manta que nem lembrava de ter puxado.

A carta do pai ainda estava sobre a mesa, a caligrafia dele ainda pulsando na memória como um eco que doía.

Ela estendeu a mão e tocou o papel, sentindo a respiração falhar.

Por um instante, quase desejou ter deixado o envelope fechado.

Era mais fácil acreditar que sabia quem era o vilão.

Mais fácil sustentar o ódio do que encarar a culp
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