— Absolutamente — respondi, com a voz firme, mas sentindo um peso no peito ao pensar na Isabel sozinha naquele monastério. — Quando a cerimônia começar, todos os guardas estarão concentrados no ritual. Esse é o momento em que podemos quebrar o controle deles e retirar quem precisa ser salvo.
Vincent cruzou os braços, uma sombra de aprovação passando pelo rosto. — Bom. Mas lembrem-se: não podemos errar. Cada segundo conta. Cada mulher que conseguimos tirar significa a diferença entre vida e morte.
— Exato — eu disse, respirando fundo, tentando controlar a raiva que sempre subia quando lembrava do que Gregor e sua seita faziam. — Eles usam a fé como arma. Transformam esperança em medo, piedade em horror. E é nessa hora que vamos contra-atacar.
Vincent assentiu levemente, seus olhos frios avaliando cada detalhe. Ele sabia exatamente o que eu sentia, o que faria se estivesse no meu lugar.
— E como vai nos garantir que não vai agir como fez no último jantar? — Elijah alertou, a voz fi