— Pode não ser agora, nem amanhã, mas todos eles vão pagar Emma, eu prometo.
Ela ainda soluçava, mas havia algo em seu olhar que começava a mudar. Talvez um fio de esperança, talvez apenas o reconhecimento de que não estava totalmente sozinha. Coloquei a mão suavemente em seu ombro, e ela não se afastou. Pequeno gesto, mas suficiente para que algo começasse a se formar: confiança.
— Você não está sozinha, — disse eu, quase sussurrando. — Eu já passei por isso, e vou ficar com você. Vamos sob