— Além disso — Gregor continuou, voz baixa e venenosa — basta eu ordenar e eles sabem o que fazer com aquela putinha,, aquela meretriz diabólica da Isabel.
Ele estalou a língua. O sorriso dele rasgou o rosto como uma lâmina.
— Confesso que hesitei nos últimos meses. — disse ele, repassando como quem escolhe um presente — a boceta da Isabel não era mais novidade para mim, embora ela fosse tão doce quanto um cãozinho, eu tinha outra mulheres mais interessantes. Mas, agora que a situação ficou do meu agrado…tisk…— ele estala a língua. — Eu vou fazer isso com prazer. Aliás, eu vou deixar com que todos os homens aqui aproveitem dela um pouco. Vou fode-lá até que ela não aguente andar, vou faze-lá se rastejar, vou fazer doer, vou fazer ela se humilhar. E o melhor de tudo é que eu vou gostar de cada minuto disso. vou garantir que ela entenda o preço da traição. Vou desmontar tudo que restou dela, até sobrar só medo
Aquelas palavras não precisavam de detalhes para serem piores que qua