— Não… por favor, Gregor… — minha voz tremeu, quase inaudível, enquanto meus dedos apertavam os talheres com força, as mãos suando frio.
— Eu pensei que tivesse te ensinado o suficiente — ele se ergueu, imponente, a sombra dele me cobrindo por inteiro — eu não gostaria de ser envergonhado diante de meus convidados.
Padre Elija pigarreou, tentando interceder, a voz calma mas carregada de tensão:
— Não é necessário, Gregor. A moça já demonstrou respeito…
— Cale-se. — A voz de Erik cortou o ar