Fiquei parada por alguns segundos, ouvindo, tentando decidir se deveria continuar ou recuar. A preocupação me puxava para frente. Respirei fundo e me aproximei devagar.
Quando cheguei à porta, o som ficou mais claro. Não havia dúvida: vinha de dentro. Levantei a mão, hesitando antes de bater. Bati de leve. Mas não obtive resposta. Respirei fundo, tentando controlar o nervosismo, e bati de novo, um pouco mais firme.
— Natasha? — chamei, pronta para bater de novo. Mas antes que meus dedos tocas