Senti um aperto no peito. Era só um quarto, mas para ela representava algo quase proibido. Ela enxergava privilégios que eu não deveria ter, pequenos e insignificantes talvez, mas ainda assim um reflexo de sorte ou atenção que não deveria existir.
— É… — murmurei, quase sem fôlego —. Diferente, sim… Mas não é proteção. Apenas um pouco menos de sofrimento.
Ela desviou os olhos, os ombros caindo, e a tristeza que emanava dela parecia quase física, um peso que eu podia sentir pressionando meu pr