O café da manhã estava delicioso, mas, ainda assim, eu sentia a necessidade inadiável de deixá-la ciente do que, de fato, desejo com ela. Não bastava apenas desfrutar daquele momento trivial; era imprescindível que ela soubesse, com absoluta clareza, quais são as minhas intenções. Ainda que o nosso futuro casamento se configure apenas como um contrato um acordo frio e racional, o corpo dela me pertence. Quero ter o direito de usá-la no meu quarto, da maneira que amo, sem máscaras ou concessões,