A cidade de Atenas parecia diferente desde que Zoe voltara para lá.
O mesmo céu, o mesmo mármore antigo — mas tudo parecia mais nítido, mais vivo.
Talvez fosse amor. Ou talvez fosse o caos.
Fazia três meses desde a exposição “Luz em Ruínas”.
O nome Zoe Andreadis agora estava em catálogos internacionais, convites de museus, e até nas páginas de arte de Nova York e Paris.
Mas para ela, nada daquilo importava tanto quanto as manhãs silenciosas no ateliê de Dimitri, onde o café queimava, os pincéis