Naquela manhã, Rose despertou antes mesmo do sol nascer. O quarto permanecia em meia penumbra, as cortinas fechadas abafavam a luz tímida da madrugada, e o ar parecia pesado, como se o mundo soubesse que aquele seria um dia decisivo. Ela levou a mão à barriga arredondada e acariciou o bebê com delicadeza. Um arrepio suave percorreu sua pele: o tempo havia chegado. Restavam apenas algumas semanas para a criança nascer, e no coração de Rose pulsava precisava voltar para a Itália. Ficar longe de