A noite estava silenciosa na mansão. O vento frio da Alemanha batia contra as vidraças altas, fazendo ranger os caixilhos antigos. Rose caminhava devagar pelo corredor, descalça, como uma sombra. O coração acelerado batia contra o peito enquanto seus olhos se fixavam na porta de madeira escura: o escritório de Martin a porta entre aberta.
Dessa vez, não estava trancada. Um frio percorreu sua espinha.
— É agora ou nunca… — murmurou para si mesma, empurrando a porta com cuidado.
O cômodo exalava