O cheiro de café fresco se misturava ao perfume da madeira encerada. Tudo parecia normal — mas dentro de Rose, nada mais era normal.
Desceu as escadas em silêncio, o olhar distante, o corpo exausto, mas a mente desperta. Desde o último bilhete misterioso deixado em seu quarto, ela quase não dormia. Cada sombra parecia uma ameaça. Cada ruído, um aviso.
Estava atenta o tempo todo, vigiando passos, portas, olhares. Tinha medo de ser drogada de novo. Tinha medo de não acordar mais.
Quando chegou à