A voz dela vacilava, cada palavra carregada de uma tristeza que quase a fazia desistir. “Como se eu tivesse escolha...” As lágrimas ameaçavam cair, grudando no canto dos olhos que lutavam para não ceder à vulnerabilidade. Mas havia uma força desesperada ali, tentando resistir ao desmoronar.Eu segurei seu queixo, forçando seu olhar a se encontrar com o meu. “Sempre há escolha,” disse com firmeza. “Você ainda pode correr, fugir a qualquer momento. Mas saiba que seria inútil. Eu a encontraria, sem