A voz dela vacilava, cada palavra carregada de uma tristeza que quase a fazia desistir. “Como se eu tivesse escolha...” As lágrimas ameaçavam cair, grudando no canto dos olhos que lutavam para não ceder à vulnerabilidade. Mas havia uma força desesperada ali, tentando resistir ao desmoronar.Eu segurei seu queixo, forçando seu olhar a se encontrar com o meu. “Sempre há escolha,” disse com firmeza. “Você ainda pode correr, fugir a qualquer momento. Mas saiba que seria inútil. Eu a encontraria, sempre. Como um cão de caça, impiedoso, trazendo você de volta para mim. Essa é minha promessa. E tantas outras virão. Você entende que meu poder sobre sua vida não tem limites. Haverá batalhas maiores, desafios que exigirão toda sua resistência. Então, por que aceitar esse desafio insignificante agora?”Ela tentou esconder o tremor que percorria seus ombros, as palavras saindo entre os dentes cerrados, carregadas de medo, raiva, mas também uma rendição amarga. “Depois do que você me fez fazer... eu