Ela sorri para mim no exato instante em que meu aperto em seu corpo se intensifica. Meus dedos se contraem ao redor dela, firmes, possessivos, enquanto meu o****o afasta qualquer pensamento racional que ainda tente resistir. Meu p** pulsa, espasmos incontroláveis me atravessam e eu me derramo dentro dela, sentindo-a continuar em movimento, aproveitando cada segundo restante para arrancar de si o próprio prazer. O corpo dela se curva, um grito escapa de sua garganta e, logo depois, ela desaba contra meu peito, ofegante, inteira.
Meus braços a envolvem imediatamente. Nossa pele gruda, quente, viva, enquanto ficamos ali, na penumbra do quarto, recuperando o fôlego, acariciando um ao outro, como se o mundo inteiro tivesse deixado de existir. A escuridão pesada do dia finalmente se dissipa e eu sei que isso não é por acaso.
Ela sabia que eu precisava disso. Assim como eu sempre soube que ela também precisava. Por um momento, cheguei a pensar que precisaríamos falar sobre tudo. Tive medo de