O sorriso desaparece do rosto dele. No lugar, surge um brilho cru de raiva, algo que pulsa nos olhos como um último reflexo de tudo o que ele sempre foi.
Eu continuo falando, mantendo a voz firme, sem elevar o tom, porque não preciso gritar para que ele me ouça.
Digo que nossas vidas seguirão em frente. Que criaremos nossos filhos. Que prosperaremos na ausência dele. Que a família dele será a minha família. Que sua irmã é minha esposa. Que seu pai é meu pai. Que os dias sombrios que ele criou f