Quando entro no quarto do bebê, me surpreendo ao encontrar Rosália ali, balançando Rayane adormecida em seus braços. Ela parece exausta, e um peso de culpa se instala em mim por não ter estado presente para ajudá-la com a alimentação esta noite. Ainda assim, há algo sereno na forma como ela segura nossa filha, um cuidado silencioso que me atravessa.
Pergunto em voz baixa o que ela ainda está fazendo acordada. As palavras saem suaves, quase como se eu temesse quebrar aquele momento.
Ela ergue o