Capítulo 145

Respiro fundo, segurando o lençol rosa entre os dedos. Ele é simples, quase infantil, mas… limpo. Cheira a sabão, a roupa estendida ao sol, a calmaria de um lar que nunca foi meu. O que é estranho, porque esse lugar deveria me dar medo — é isolado, vazio, usado às escondidas — mas, por algum motivo, sinto algo diferente. Um aperto estranho no peito. Uma sensação de déjà vu, como se alguma parte de mim reconhecesse esse espaço, mesmo sem lembrar de tê-lo visto antes.

Coloco o lençol de volta dev
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