Abro a porta e entro na casa escura. Procuro o interruptor de luz com a mão trêmula, encontrando-o na lateral da parede. Quando finalmente o aciono, a lâmpada pisca duas vezes antes de iluminar aquele ambiente desconhecido — um tipo de claridade fria, que mais parece hospitalar. Assim que a luz acende, fecho a porta atrás de mim e escuto, imediatamente, a fechadura girar por conta própria. O clique ecoa pela casa vazia como um aviso silencioso.
Coloco as chaves do carro na mesa logo ao lado da