— Irmã?
A voz da Felicia chega baixinha, tímida, quase pedindo permissão para existir ali. Ela permanece parada na porta, segurando uma mão na outra, os dedos entrelaçados com tanta força que chegam a ficar brancos.
Ela tá do jeito que eu imaginava que estaria: DESTRUIDA. Tem algo no jeito dela entrar no ambiente que já entrega a culpa antes mesmo de qualquer palavra. E isso por si só já é suficiente pra me deixar com um nó no estômago. Eu só não sei se estou preparado para ouvir tudo o que el