O sol entrava suavemente pelos vitrais quando Sofia acordou **sem pesadelos pela primeira vez em meses**. Seus dedos infantis tocaram o ursinho de pelúcia — **já sem manchas de sangue**.
— **Mamã Elena?** — chamou, voz ainda rouca de sono.
Elena apareceu na porta, **Alonso no quadril**, seu vestido de linho impecável como nos velhos tempos.
— **Bom dia, princesa. Quer ajudar a fazer panquecas?**
Sofia saltou da cama **como uma criança normal de sete anos**, seus pés descalços batendo no