Mundo ficciónIniciar sesiónA casa dos Alencar permanecia em silêncio, como se os dias intensos que se acumulavam tivessem deixado ali um cansaço suspenso no ar.
Na varanda, Cauã se sentou nos degraus com uma caneca nas mãos. O chá já estava quase frio, mas ele não percebia. Os olhos fixos no horizonte não buscavam nada — estavam perdidos em pensamentos que ele ainda não sabia traduzir. Havia algo dentro dele, algo insistente, pulsando sem explicação. Uma sensação estranha, quente, desconcertante. Um sent






