Kael segurou Camélia com firmeza, o corpo dela encaixando-se perfeitamente ao dele, cada curva, cada músculo, cada suspiro. O mundo ao redor desapareceu — só existiam eles, o calor entre os corpos e o ritmo de desejo que parecia conduzir cada movimento. Ele inclinou-se, boca percorrendo o pescoço dela, lambendo, mordendo levemente, chupando com devoção, saboreando cada reação, cada estremecimento, cada suspiro.
— Kael… — ela gemeu, arqueando-se contra ele, os dedos afundando nos ombros dele, puxando-o mais perto.
Ele suspirou fundo, roçando o nariz contra o dela, beijando os lábios antes de mergulhar de novo no pescoço e na clavícula dela. Cada toque era devocional, cada beijo, cada mordida, cada chupada, uma promessa silenciosa de entrega total. Ela arqueava-se, sentindo o calor e a pressão do corpo dele, cada estocada ainda contida no toque, mas intensa nos pequenos movimentos, nos toques de língua, nas mãos explorando cada centímetro de pele.
Kael passou a língua pelos ombros dela,