Eles bateram na porta indicada e, após alguns segundos, um homem alto, de porte atlético, barba bem aparada e olhar sério, abriu.
— Vocês são os que estão procurando por uma passageira desaparecida em São Paulo? — perguntou, direto.
— Isso mesmo — respondeu Noah, com urgência na voz.
— Entrem.
O casal entrou em uma sala escura, repleta de monitores, painéis com botões e cabos espalhados por todos os lados. Havia outros cinco seguranças ali, atentos às câmeras e se comunicando por rádios.
— Me c