Quando Elisa entrou no quarto, deu de cara com a mãe sentada em frente ao espelho, calmamente fazendo uma enorme trança no cabelo, como se tivesse todo o tempo do mundo.
— Mãe, pelo amor de Deus! Vamos para o hospital agora mesmo! — disse, quase arrancando a escova da mão dela.
— Já estou indo, filha… — Denise respondeu tranquila, puxando mais uma mecha. — Só deixa eu terminar essa trança.
— Meu Deus, como a senhora consegue ter tanta calma numa hora dessas? — perguntou, quase pulando de afliçã