Assim que a viu se aproximar, Henri engoliu em seco. A luz amarelada do ambiente envolvia o corpo dela num brilho quente, quase dourado, e o vapor que subia preenchia o ar, tornando o momento ainda mais intenso, como se o tempo tivesse parado para assistir aos dois.
Ela era real. Estava ali, diante de si, como antes… como nos dias em que tudo ainda parecia possível.
— Catarina… — murmurou, tentando transformar em palavras o que sentia, mas a voz falhou. Nenhuma frase parecia capaz de traduzir o